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O que acontece com seu imóvel na pandemia

Saiba o que acontece com seu imóvel na pandemia.
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O que acontece com seu imóvel na pandemia

Saiba que acontece com seu imóvel na pandemia

Depois do surgimento dos primeiros casos de contaminação pelo novo “coronavirus” (COVID-19) na cidade de Wuhan na China no final de 2019, o novo vírus se espalhou pelo mundo inteiro, que em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou oficialmente o novo coronavirus como uma pandemia mundial.

Surgindo então queda no consumo, aumento no desemprego, paralizações em vendas e obras, e queda geral do comércio, por conta das quarentenas decretadas em vários estados.



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Após o decreto de pandemia mundial, houve uma grande desaceleração mundial, no ramo imobiliário e de construção civil.

As expectativas do PIB da construção civil virou de cabeça para baixo e deve ficar negativo em 2020.
Mas há oportunidades de lucrar com fundos imobiliários e ações após o vendaval, sendo uma grande oportunidade para renda.



Após anos seguindo a passos lentos e finalmente em 2020 iria acelerar a demanda por imóveis é o que esperavam economistas e especialistas no segmento.

As empresas do setor imobiliário ou pessoas que comercializavam ou construiam imóveis, estavam animadas para viver um novo ciclo e recuperar vendas, e ou novos investidores no seguimento ou em fundos imobiliários ou ações, mas a pandemia fez com que apagassem.

A aceleração viria embalada por uma melhora na confiança de consumidores e no nível de renda a passos lentos.
O preço médio do aluguel residencial, que reage mais rápido à melhora da economia do que o valor médio de venda, já mostrava a aceleração do mercado.
O valor médio de venda ainda tinha sofrido queda real de 3,97% em 2019, mas era esperada alta no preço dos imóveis para este ano, alinhada com a inflação.

Esse grande reflexo tem ocasionado renegociações de aluguéis, vacância de locações, pode gerar aumento do número de distratos de compromissos de venda e compra, atraso no pagamento de alugueis, redução na compra de imóveis e consequente crescimento de estoques, além de postergação de lançamentos por parte das incorporadoras e diminuição da velocidade de vendas. Isso tudo impacta negativamente no mercado imobiliário, podendo resultar na demora de até anos para recuperação.

Desse modo, analisando friamente os impactos causados no mercado imobiliário nacional, que vinha caminhando em uma próspera retomada em 2019 e início de 2020, conseguimos enxergar que o mercado declina, de fato, para uma nova crise, contudo, dependendo do plano de contingência e estratégia tomada por alguns players, podemos ser otimistas para o futuro do setor, que pode reservar boas oportunidades para essas empresas. Hoje podemos observar a grande oferta de imóveis comerciais ou residencias disponíveis para locação, devido a devolução dos imóveis aos seus locatários pelos locadores, devido a não conseguir honrar os pagamentos, devido a pandemia e ou seus empregos estarem limitados e fonte de renda. A capitalização, a estratégia e o plano de contingência somados à queda da taxa básica de juros (Selic), em patamar mais baixo da história recente, em 3%2, traz um cenário promissor para o setor. Inclusive, há sinalização do COPOM (Comitê de Política Monetária) para novos cortes na Selic, o que deve ajudar a impulsionar o mercado após a retomada gradual da normalidade das atividades.

A segurança jurídica do setor, intensificada com a chamada Lei do Distrato3, também ajuda a impulsionar o mercado.
As companhias, de forma rápida, criaram comitês de crise, bem como trouxeram inovações digitais aos segmentos de construção residencial e comercial; assim, uma redução de custos pode ser esperada daqui para a frente, pois é preciso repensar a forma das instalações das empresas e comunicação com cliente final, por exemplo.
Do ponto de vista legal para o mercado imobiliário e da construção civil, os impactos causados pelo novo coronavirus (COVID-19) poderão trazer atrasos em obras, fechamento de shopping centers, prédios públicos, desequilíbrio econômico-financeiro em contratos em função do impacto causado pelo desaquecimento da economia.
Caso fortuito e força maior e a COVID-19
Devido aos impactos causados pelo novo coronavirus (COVID-19) na sociedade como um todo, o que impacta nas atividades econômicas, atividades estas que são ordinariamente objeto de relações contratuais, questiona-se se a pandemia do novo coronavirus (COVID-19) poderá ser classificada como um evento de caso fortuito ou força maior. O Código Civil define caso fortuito ou de força maior em seu artigo 393:

Art. 393. O devedor não responde pelos prejuízos resultantes de caso fortuito ou força maior, se expressamente não se houver por eles responsabilizado. Parágrafo único. O caso fortuito ou de força maior verifica-se no fato necessário, cujos efeitos não era possível evitar ou impedir. Embora não seja possível prever como os efeitos jurídicos decorrentes da pandemia do novo coronavirus (COVID-19) será tratada pelos tribunais, tal situação nos parece caracterizar caso fortuito ou força maior, impressão esta reforçada pela gravidade e seriedade com que a pandemia está sendo tratada no mundo inteiro, inclusive motivando decisões drásticas de diversos governos (tal como é o caso da prefeitura e governo de São Paulo, tendo emitido decretos declarando situação emergencial). Vale notar que desde a 2ª Guerra Mundial não houve situação análoga que tenha gerado a comoção e tenha gerado toques de recolher globais como está ocorrendo com a pandemia do novo coronavirus (COVID-19).

Ainda assim, existem situações que não necessariamente serão assim consideradas e há algumas correntes no sentido de que o novo coronavirus (COVID-19) não poderia seria tida como caso fortuito ou de força maior para toda e qualquer situação, devendo tal questão ser estudada conforme as particularidades de cada caso.



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